Pior! Se viajarmos ainda mais a norte até à zona de Miranda do Douro, perceberemos que pior do que inventar palavras, é trocarem-nas semanticamente... Ora vejam!
Saudações azardinentas!
Eu azardino, tu azardinas, ele/a azardina, NÓS AZARDINAMOS, vós azardinais, eles/as azardinam
Hoje, à hora do almoço, contava eu a um amigo que a minha esteticista se peidou de manhã ao pé de mim. Ao que ele responde: “o que vale é que agora os peidos já não têm cheiro, porque se fosse antigamente…”.

ão acreditam? Aqui está a prova!




Excesso de boa educação! Realmente, nós, azardinas, estamos sempre descontentes. Hoje é dia de criticar a demasiada educação… Eu diria extremosa… Porque não compreendo quando o Rodolfo pede licença para tirar a camisola… Ou então quando se vira para a azardina Medusa e exclama: Tenho um grande pedido de desculpas para lhe dar! Imperdoável que fui…
Isto tudo para dizer que agora, eu e a irmã Medusa, cada vez que entramos na sala de trabalho ouvimos e cantamos: hummmmmmmmmmmmmm! Vade retro, Satanás! Tarrenego, Belzebu! Ai Jesus, cruzes, canhoto! Lagarto, lagarto, lagarto! Vade retro, Satanás! Tarrenego, Belzebu! Ai Jesus, cruzes, canhoto! Lagarto, lagarto, lagarto! (Banda do Casaco, A ladainha das comadres)